Advogada em Curitiba

Drª Poliane Lagner de Silveira é advogada especialista em Direito Civil e Processo Civil com ênfase em Direito do Consumidor atuando principalmente em casos de Erros Médicos e contratos imobiliários.
Especialista em Direito de Familia com ênfase em contratos de união estável homoafetiva, separação e divorcios.
Rua: Mario Gomes Cesar nº37 Sala 04
Curitiba-Paraná
Telefone:(41)3248-1014

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União homoafetiva Curitiba - Casal converte união estavel em casamento Gay

Justiça converte união estável em casamento gay no interior de SP
Os dois homens pediram a conversão em Jacareí.
Segundo associação ABGLT e TJ, é o primeiro casamento do tipo no país.

Noticia e foto retiradas do site do G1
A Justiça de São Paulo converteu nesta segunda-feira (27) uma união estável no primeiro casamento civil gay do Brasil. De acordo com o Tribunal de Justiça (TJ) do estado, o juiz da 2ª Vara da Família e das Sucessões de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, converteu a união estável entre o cabeleireiro Sérgio Kauffman Sousa e o comerciante Luiz André Moresi em casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Segundo o TJ e a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), é o primeiro caso de casamento civil homoafetivo no país.
Com a decisão, os dois se tornaram oficialmente casados e passarão a usar o mesmo sobrenome: Sousa Moresi. “É uma felicidade imensa. Ainda estou tentando compreender esse momento histórico. A ficha precisa cair que esse é um momento que vai ficar na história. A gente luta por tantos anos e quando acontece, a gente entra em êxtase. É por isso que eu divido e dedico essa vitória a todos os militantes”, contou ao G1 Luiz André.
Segundo Kauffman, o casamento civil chega após oito anos de união estável. No dia 17 de maio, eles foram ao cartório oficializar a união. No dia 6 de junho, pediram a conversão da união em casamento civil. Segundo o TJ, o Ministério Público deu parecer favorável ao pedido, que “foi instruído com declaração de duas testemunhas, que confirmaram que os dois ‘mantêm convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituir família’.”

Na manhã desta terça-feira (28), coincidentemente Dia Mundial do Orgulho LGBT, os dois irão ao Cartório de Registro Civil, em Jacareí, para buscar a certidão de casamento. "Vai ser só o protocolo porque nós já estamos casados. O casamento já existe. A única demora era o trâmite para ele ser lavrado no livro do cartório", disse Luiz André.
De acordo com o TJ, a decisão do juiz Fernando Henrique Pinto tem como principal fundamento o julgamento do Supremo Tribunal Federal, de 5 de maio, que reconheceu a união estável de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar.
Ao G1 o juiz disse que com o casamento os dois passam a ter os direitos garantidos após a morte de um deles. "Quando há a união estável, você tem de provar quando um falece que esta união valia na data da morte. Com o casamento, basta apresentar a certidão. É uma garantia. Tanto que faço a recomendação a todos os casais, homossexuais ou heterossexuais, que vivam em união estável que se casem."
(Ao ser publicada, esta reportagem tinha como título "Justiça autoriza casamento gay no interior de SP", que foi alterado para "Justiça converte união estável em casamento gay no interior de SP" após entrevista com o juiz. Segundo ele, os termos "converter" ou "decretar" são mais precisos para definir a decisão tomada nesta segunda.)
Anulação
Questionado pelo G1 sobre uma possível anulação do casamento civil gay por parte de outro juiz, tanto Luiz André quanto Kauffman se mostraram cientes de que isso pode acontecer, mas afirmaram que irão recorrer até o fim. "Se precisar, a gente leva o caso até o Supremo Tribunal Federal", disse Luiz André.
A preocupação do casal existe porque o juiz da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, determinou no dia 18 deste mês a anulação do primeiro contrato de união estável entre homossexuais firmado em Goiás, após decisão do STF reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.
Para Villas Boas, o Supremo “alterou” a Constituição, que, segundo ele, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar.
"É por isso que nós vamos continuar essa luta. O que nós esperamos é que o Congresso Nacional aprove a união estável porque, uma coisa é a decisão da Justiça, outra coisa é o que está na lei", disse Luiz André.

União homoafetiva 1º casal homossexual Curitiba

União estável entre homossexuais celebrada em Curitiba é uma das primeiras do país

Noticia e foto retiradas do site da Gazeta do Povo
O primeiro casal homossexual a registrar a união estável no Brasil é de Curitiba. O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, e seu companheiro, David Harrad, formalizaram a união nesta segunda-feira (9), no 6º Tabelionato de Curitiba. O casal vive junto há 21 anos e desde 2004 formalizou em cartório um documento que reconhecia a sociedade entre o casal.

A união ocorre menos de uma semana depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecer a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Como a decisão foi recente, Reis e Harrad passaram por quatro cartórios na capital que não aceitaram fazer o registro da união estável. A alegação é de que eles esperariam a publicação da decisão do STF no Diário de Justiça. No entanto, a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg) deu a indicação de que não era necessário esperar a publicação e que os cartórios já podem fazer os registros de união estável.

Com a união estável registrada, o casal espera facilitar o processo de adoção. Desde 2005, eles tentam adotar uma criança. 

União homoafetiva - STF reconhece união homoafetiva como entidade familiar

Nosso escritório tem o imenso prazer em publicar esta notícia.
Ela demonstra, além de uma grande conquista fundamentada nos direitos de Igualdade, um reconhecimento, por este Estado Democrático de Direito o qual vivenciamos e o pelo qual tanto lutamos , a grande força que o Princípio da Felicidade está conquistando perante nossos tribunais superiores.
Noticia retirada do site uol pela Agencia Estado.


Brasília - O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, como união estável ou entidade familiar a união homoafetiva. No julgamento, que terminou na noite de hoje, apenas três ministros fizeram ressalvas.
Os ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cezar Peluso foram favoráveis ao reconhecimento das uniões homoafetivas como entidade familiar, mas fizeram restrições a estender para as uniões homossexuais todos os direitos previstos para os heterossexuais.
Os demais ministros votaram com o relator, o ministro Carlos Ayres Britto, que estendeu às uniões de pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos e deveres das uniões heterossexuais, inclusive o direito ao casamento, a adotar filhos e registrá-los em seus nomes.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/05/05/stf-reconhece-uniao-homoafetiva-como-entidade-familiar.jhtm